terça-feira, 1 de novembro de 2011

Boca loca


Faz tempo que aprendi que a língua é um pequeno órgão, mas que chicoteia o corpo inteiro.
E volta e meia me pego em situações onde as pessoas se vêem sofrendo pelo que simplesmente disseram.
Não quero parecer o mais aplicado no que diz respeito a falar o que pensa, muitas vezes esse pensamento que não se conteve em minha cabeça viajante e saiu sem que nem mesmo eu pudesse perceber, mas posso contar nos dedos de uma mão as vezes que isso ofendeu alguém. A long time ago, eu tive uma namorada que sempre me falava que nem era o que eu dizia, mas sim como dizia. Penso que isso deu uma lapidada no meu ironismo, que todos sabem ser parte de mim. Amigo leitor, não faça da sua vida uma viagem solitária, mas vale o velho ensinamento onde diz que temos dois ouvidos e uma boca para ouvir mais e falar menos.

sábado, 19 de março de 2011

Meu Deus! Como faz tempo que não venho aqui deixar um pouco de mim. Pois bem, nesses dias corridos em que enfiei, não sobrou tempo pra mais nada e bem sobre isso que quero falar hoje.
Penso que tive uma formação pessoal muito sólida e com conhecimentos somado por cada pessoa que passou pela minha vida.
No ensino médio eu tinha uma professora de produção de texto (professora, me desculpe por esse blog, rsrsrs) Maria de Fátima Riggeti, que dentre um monte de coisas que jamais me esquecerei é que tempo a gente tem, o que nos falta são prioridades. Sempre entendi isso como verdade.
Desde que comecei a trabalhar minha prioridade era ter um salário, o melhor possível, independente de carga horária ou vida pessoal. Poucos anmos depois esse discurso mudou, e mudou muito! Hoje tudo que eu quero é um final de semana com família e amigos.
Se eu ganhei dinheiro suficiente pra não trabalhar muito? Claro que não. Ainda falta bastante. Mas mais que comprar um ipad 2, quero o meu sorriso e bom humor de volta.
Depois de correr por coisas físicas, hoje faço o caminho não inverso mas um outro caminho, esse, por coisas completas.